The Struggle for Social and Environmental Rights: Brazil and Canada in Solidarity

Indigenous peoples, social movement members, human rights activists and academics from Canada and Brazil gather to strategize together about social and environmental rights.

October 19-22, 2017

Bishop’s University

Free and open to the public!

While the indigenous peoples, traditional communities and social movements joining together for this event have quite diverse histories and forms of economic, social, cultural and political life, their projects of self-determination are united in the face of at least four threats:

  1. The destruction of the world’s environment;
  2. The hardship that most of the world’s people endure to even have food security, much less food sovereignty;
  3. Assimilation of distinct or traditional cultures, peoples and communities into hegemonic forms of social, economic and political life;
  4. The transformation of communities that have for centuries controlled their own means of economic, cultural and political self-creation into situations of dependence and exploitation.

This conference will promote the dialogue of three main constituencies, each of which will have delegates from both Canada and Brazil:

  1. Indigenous Peoples: From Brazil–The Guarani people, the territory of which also extends into Argentina and Paraguay. From Canada—representatives of the Cree, Mohawk, and Abenaki First Nations (Bishop’s University is within unceded Abenaki territory).
  2. Social Movements that work in the domain of food justice and agro-ecology. From Brazil—The Movement of Landless Rural Workers (MST), the Movement of those Dislocated by Dams (MAB) and the Coordination of Quilombos (CONAQ) (Quilombos are communities of the descendants of escaped slaves). From Canada–The National Farmers Union and the Union Paysanne. Both Canadian and two of the Brazilian movements are part of Via Campesina, an international social movement working on these issues.
  3. Activists and academics who work in the domain of human rights, especially collective, social and environmental rights. From Brazil–The Network of Brazilian Popular Lawyers—RENAP, the Institute for Research on Rights and Social Movements (IPDMS), and academics from the Law Schools of the Pontificia Universidade Catolica and the Universidade Federal do Parana, as well as several other universities. From Canada—academics from at least six Canadian universities.

The event’s primary sponsors are Bishop’s University and its “Crossing Borders Research Cluster” and “Social Justice and Citizenship Minor” and the School of Law at thePontifícia Universidade Católica—Paraná.  The event is also sponsored by the Canadian Catholic Organization for Development and Peace and The Latin American Studies Network of Montreal.  For a full list of the contributors who have made this event possible see the Funders page.

Top banner photo: Reahu Yanomami. Maturacá e Ariabú Communities, Amazonas,
Brazil, February 2015. By Liana Amin Lima.

A Luta pelos direitos socioambientais : Brasil e Canadá em solidariedade

Povos indígenas, membros de movimentos sociais, militantes e acadêmicos de direitos humanos do Canadá e do Brasil se reúnem para elaborar estratégias sobre direitos socioambientais.

Outubro 19-22, 2017

Universidade Bishop’s

Gratuito e aberto ao público

Enquanto os povos indígenas, as comunidades tradicionais e os movimentos sociais se unem para este evento, reconhecemos ao mesmo tempo que os mesmos têm histórias e formas bastante diversas de vida econômica, cultural, social e política. Apesar das diferenças, seus projetos de autodeterminação se articulam por ao menos quatro ameaças comuns:

  1. A destruição do meio ambiente planetário;
  2. As dificuldades sociais que a maioria das pessoas do mundo enfrentam, da segurança alimentar até atingir a soberania alimentar;
  3. A assimilação de culturas, povos e comunidades distintas ou tradicionais em formas hegemônicas de vida social, econômica e política;
  4. A transformação de comunidades que durante séculos controlaram seus próprios meios de produção econômica, cultural e política em situações de dependência e exploração.

Este congresso promoverá o diálogo de três principais setores, cada um dos quais terá delegados do Canadá e do Brasil:

  1. Povos Indígenas. Do Brasil: o povo Guarani, cujo território também se estende para Argentina e Paraguai. Do Canadá: representantes das Primeiras Nações dos Cree, Mohawk e Abenaki (a Universidade Bishop’s está dentro do território Abenaki nunca cedido).
  2. Movimentos sociais que atuam no campo da justiça alimentar e da agroecologia. Do Brasil: o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ).  Do Canadá: The National Farmers Union e Union Paysanne. Os dois movimentos canadenses e dois dos movimentos brasileiros fazem parte da Via Campesina, um movimento social internacional que atua no campo da justiça alimentar.
  3. Militantes e acadêmicos que trabalham no domínio dos direitos humanos, especialmente os direitos coletivos e socioambientais. Do Brasil: A Rede de Advogados e Advogadas Populares do Brasil (RENAP), o Instituto de Pesquisa de Direitos e Movimentos Sociais (IPDMS), e acadêmicos das Faculdades de Direito da Pontifica Universidade Católica e da Universidade Federal do Paraná, bem como várias outras universidades; acadêmicos canadenses de pelo menos seis universidades canadenses e quebequenses.

Os principais patrocinadores do evento são Bishop’s University, o “Núcleo de Pesquiça Crossing Borders”, e o programa “Justiça Social e Cidadania”; e a Faculdade de Direito da Pontifica Universidade Católica, Paraná. O evento também é patrocinado pela Organização Católica Canadense para Desenvolvimento e Paz e a Rede dos Estudos Latino-Americanos de Montreal (RELAM). Para obter uma lista completa dos colaboradores que fizeram este evento possível, consulte o guia “Fundadores“.

Top banner photo: Reahu Yanomami. Maturacá e Ariabú Communities, Amazonas,
Brazil, February 2015. By Liana Amin Lima.

La Lutte pour les droits sociaux et environnementaux : Brésil et Canada en solidarité

Les peuples autochtones, membres des mouvements sociaux, militants et universitaires des droits humains du Brésil et du Canada se réunissent pour élaborer des stratégies sur les droits sociaux et environnementaux.

19-22 octobre 2017

Université Bishop’s

Gratuit et ouvert à tous!

Bien que les peuples autochtones, les communautés traditionnelles et les mouvements sociaux qui se joignent à cet événement aient des antécédents et des formes de vie économiques, sociales, culturelles et politiques tout à fait diverses, leurs projets d’autodétermination se rejoignent devant au moins quatre menaces:

  1. La destruction de l’environnement à l’échelle mondiale ;
  2. Les difficultés se rapportant à la sécurité et à la souveraineté alimentaire, qui touchent la majorité des individus sur la planète ;
  3. L’assimilation hégémonique de la vie sociale, politique et économique de cultures, peuples et communautés distinctes ou traditionnelles ;
  4. L’exploitation et la création de relations de dépendance de communautés qui, depuis des siècles, avaient contrôlé leurs propres moyens de production économique, culturelle et politique.

Cette conférence a pour but de faire dialoguer trois groupes sociaux représentés par des délégués du Canada et du Brésil:

Peuples autochtones: Du Brésil : Le peuple Guarani, dont le territoire s’étend également en Argentine et au Paraguay. Du Canada : les représentants des Premières Nations Cris, Mohawk et Abenakis (l’Université Bishop’s est située sur le territoire Abenakis, qui n’a jamais été cédé).

Les mouvements sociaux qui travaillent dans le domaine de la justice alimentaire et de l’agroécologie. Du Brésil – MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (Le Mouvement des travailleurs ruraux sans terre (MST)), et la Coordination des Quilombos (CONAQ) (Les Quilombos sont des communautés de résistance issues de descendants d’esclaves ayant réussi à s’échapper de leurs maîtres). Du Canada : National Farmers Union et UNION PAYSANNE. Les deux mouvements Canadiens et un des mouvements brésiliens font partie de La Via Campesina, le plus grand mouvement social sur la planète rassemblant 200 millions de paysans en provenance de 73 pays de tous les continents.

Les militants et universitaires travaillant dans le domaine des droits humains, en particulier les droits collectifs, sociaux et environnementaux. Du Brésil : Le Réseau des avocats et avocates populaires du Brésil (RENAP), l’Institut de recherche sur les droits et les mouvements sociaux (IPDMS), et les universitaires des facultés de droit de la Pontífica Universidade Católica et de l’Université Federal do Paraná, ainsi que plusieurs autres universités brésiliennes. Du Canada, des universitaires d’au moins six universités canadiennes et québécoises.

Les principaux commanditaires de l’événement sont Bishop’s University et son « Crossing Borders Research Cluster » et la Mineure en justice sociale et citoyenneté », ainsi que la Faculté de droit de la Pontífica Universidade Católica, Paraná. L’évènement est également parrainé par Développement et Paix – Caritas Canada et le Réseau d’études latino-américaines de Montréal (RELAM).

Pour obtenir une liste complète des contributeurs rendez-vous sur la page “Funders“.

Top banner photo: Reahu Yanomami. Maturacá e Ariabú Communities, Amazonas,
Brazil, February 2015. By Liana Amin Lima.